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É Vindima! Época de colher e celebrar o vinho e a vida! Estamos a poucos minutos das principais vinícolas da Serra Catarinense.

Além de sermos o hotel mais charmoso de Urubici também estamos numa das melhores localizações pra você viver essa experiência muito especial.

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URUBICI – SC | O QUE FAZER EM 3 DIAS | 15 PONTOS TURÍSTICOS

Urubici, em Santa Catarina. Um incrível destino de montanha! Localizada no Vale do Rio Canoas, a 918m de altitude, é um lugar ótimo seja pra curtir a natureza ou para curtir um friozinho, já que é a cidade no Brasil onde se registrou a menor temperatura de todos os tempos! A 174km de Florianópolis, essa cidade na serra catarinense oferece diversas opções de trilhas, cachoeiras, mirantes deslumbrantes e restaurantes pra tirar a barriga da miséria. Além disso, há diversas opções para quem deseja atrações radicais!

Canal Viajantes de Estação em Estação • S2Station – Youtube – Link de acesso

URUBICI | Road Trip pelas Serras Catarinenses, Brasil | 4K Ultra HD

Hey travelers!!! Mais um destino pra lista e dessa vez a viagem foi mais que especial. Acho que nunca fiquei tão orgulho de um vídeo como esse… espero que vocês curtam tanto quanto eu.

Bom, dessa vez eu decidi fazer uma road trip para passar o ano em um lugar completamente diferente: a serra de Santa Catarina, aqui no sul do Brasil.

Saímos de Curitiba e viajamos por mais de 6 horas até a pequena cidade de Urubici, nossa base principal nessa aventura. De lá saímos para conhecer vários lugares incríveis da região e das serras catarinenses.

Deixamos as praias de lado e nos aventuramos entre trilhas, estradas, cachoeiras, serras e cânions lindíssimos. Dentre os lugares que visitamos você vai conhecer comigo a Cascata Véu de Noiva, o Morro da Igreja, a Cachoeira do Avencal, a Cascata da Neve, a Gruta de Nossa Senhora de Lourdes, a Serra do Corvo Branco, a Serra do Rio do Rastro e também o Cânion da Ronda e o do Cânion Espraiado, onde viramos o ano – sério, foi uma viagem surreal de linda!

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Hotel Fazenda em Urubici-SC é a primeira área do país a receber as araucárias da Tetra Pak

Artigo publicado no site do Observatório de Justiça e Conservação – Link de acesso

A Fazenda Santa Bárbara, com 155 hectares de área, está no coração da Serra Catarinense e faz divisa com o Parque Nacional de São Joaquim. O local, que futuramente abrigará uma pousada, acaba de se tornar um modelo brasileiro de recuperação da Mata Atlântica, vegetação dizimada no estado. Um dos ecossistemas mais ameaçados na região é o da Floresta com Araucária, com apenas 3% de remanescentes na área de Santa Catarina. Um projeto lançado pela Tetra Pak e a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) pretende reverter o processo de devastação.

Segundo Miriam Prochnow, uma das fundadoras da Apremavi, o projeto é inovador porque “a empresa coloca os compromissos de se tornar carbono zero na mesa e a forma que ela faz isso não é ir no mercado de carbono e comprar créditos, mas agir”, pontua.

A empresa não investe apenas no plantio da araucária, mas na recuperação das Florestas com Araucárias. Embaixo dos altos pinheiros, como também é conhecida a árvore, estão várias outras espécies que compõem este ecossistema.

Na fazenda que serviu de piloto do projeto, 52% da área era coberta por pastagens, o que evitou ao longo dos anos a regeneração natural da mata. Com planejamento técnico da Apremavi, foram plantadas 40 mil mudas de espécies nativas como a goiaba-da-serra, erva-mate, bracatinga, uvaia, imbuia, aroeira-vermelha, entre outras. As árvores vão proteger as seis nascentes presentes na propriedade, além de contribuir com a proteção e recuperação da biodiversidade local.

De acordo com o proprietário da área, Giem Guimarães, investidor do turismo ecológico em Urubici, sua atitude pode servir como exemplo para o setor. Curitibano, Guimarães faz referência a um nome conterrâneo seu e símbolo da proteção da floresta. “A Tereza Urban dizia que as nossas florestas com araucárias são ‘verdadeiras catedrais’, um presente único da natureza que precisa ser preservado para as próximas gerações”, recorda ao citar o trabalho feito pela ambientalista e jornalista brasileira, sua mentora.

O proprietário também é diretor-executivo e fundador do Observatório de Justiça e Conservação, organização que apoia o projeto mesmo antes dele existir. “O OJC nasceu da indignação de ver nossas últimas florestas com araucárias caírem e o poder público nada fazer de efetivo para evitar isso”, reitera.

Araucárias dão a largada para o net-zero

O projeto da Tetra Pak Conservador das Araucárias traz vantagens para todos os atores envolvidos: o futuro climático das populações humanas e naturais, o bem-estar e retorno financeiro ao dono do imóvel, além do incentivo às metas de compensação das emissões de carbono da empresa investidora.

Idealizado há cerca de um ano, o projeto viabiliza a proteção de espécies ameaçadas de extinção, como a onça-parda, o lobo-guará e o papagaio-charão. Este último chama a atenção de turistas pelas revoadas típicas desta estação.

O projeto também colabora com a proteção dos mananciais hídricos, que carregam o Aquífero Guarani na região, responsável pelo abastecimento de várias regiões de Santa Catarina. A iniciativa ainda contribui com a mitigação das mudanças climáticas, já que a presença de florestas ameniza efeitos extremos de chuva e estiagem.

Diretora de sustentabilidade da Tetra Pak no Brasil, Valéria Michel explica os motivos da escolha da empresa pelo bioma Mata Atlântica para desenvolver o projeto, que é estudado internamente desde 2019. “Os motivos de escolha desta área incluem a velocidade de armazenamento de carbono, efetividade da restauração da biodiversidade, necessidade de restauração de ecossistemas e proximidade com nossa cadeia de suprimentos”, conta Michel.

Além da satisfação pela prestação de serviços ecossistêmicos essenciais para a preservação da vida, os proprietários que participarem do programa também poderão receber uma compensação financeira por ceder parte da área para conservar a natureza.

Já existem alguns sistemas de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) em Santa Catarina, área do plantio-piloto, assim como em vários estados do país. Dentro do programa, no entanto, o PSA próprio poderá ter a contrapartida de investimentos de empresas parceiras, como a Tetra Pak.

Maíra Ratushinski, Wigold Schaffer, Karen Vasconcelos, Valéria Michel, Miriam Prochnow, Leonardo Ferreira, Luiz Esser e Giem Guimarães.

 

A empresa investidora do Conservador das Araucárias conseguirá abater suas emissões de gases do efeito estufa através do projeto. O potencial de sequestro de gases da atmosfera por meio das estratégias de conservação pode chegar a 70 toneladas de carbono equivalente. “Em 10 anos, o objetivo é restaurar 7 mil hectares de Mata Atlântica, o equivalente a 9800 campos de futebol. A companhia também certificará 13,7 milhões de hectares, o que corresponde à área da Inglaterra”, adiciona Michel, da direção de sustentabilidade da empresa.

É o que já está fazendo a Tetra Pak – maior produtora de embalagens longa vida do mundo – cujas metas alcançarão o net-zero [emissões zero] em 2030 e a mesma meta para toda sua cadeia de valor até 2050.

Exemplo a replicar 

Com 35 anos de experiência na produção de mudas nativas, a Apremavi pretende reunir todos os interessados em fazer parte da iniciativa. Não só donos individuais de imóveis rurais, mas também em territórios coletivos, como em Terras Indígenas, faxinais e quilombos.

Outras empresas também podem se inscrever para receber um planejamento de restauração da Mata Atlântica. “O setor privado precisa apresentar seus projetos dada a emergência das mudanças climáticas”, aponta Prochnow. Na outra ponta, investindo ao mesmo tempo em conservação e em uma pousada rural na Serra Catarinense, Guimarães dá o caminho: “Entendo que é preciso mostrar à sociedade que os negócios e a conservação podem andar juntos”.

Atividades de implantação da restauração na área piloto do Conservador das Araucárias são finalizadas

Artigo publicado no site da Apremavi – Link de acesso

 

Localizada no município de Urubici (SC), na divisa com o Parque Nacional de São Joaquim, no coração da Serra Catarinense e na área de abrangência da Floresta com Araucárias, a Fazenda Santa Bárbara, propriedade escolhida para implantação da área piloto do Projeto Conservador das Araucárias, tem ao todo 155 hectares, dos quais 52% eram cobertos por pastagens e usadas para criação de  gado até recentemente, segundo o proprietário.

Em 87,16 hectares da área foram utilizadas diferentes metodologias de restauração como o plantio de mudas em área total, em 28,49 hectares, o enriquecimento ecológico, em 9,23 hectares, e a condução da regeneração natural, em 49,44 hectares.

No total foram plantadas 38 mil mudas de árvores nativas de espécies nobres, pioneiras e frutíferas da Mata Atlântica que estão em pleno desenvolvimento (veja galeria abaixo) como araucária (Araucaria angustifolia), pinheiro-bravo (Podocarpus lambertii), casca-d’anta (Drimys brasiliensis), goiaba-da-serra (Acca sellowiana), erva-mate (Ilex paraguariensis), cambará (Gochnatia polymorpha), bracatinga (Mimosa scabrella), uvaia (Eugenia pyriformis), cereja-do-rio-grande (Eugenia involucrata), guabiju (Myrcianthes pungens), ipê-amarelo-da-serra (Tabebuia alba), cedro (Cedrela fissilis), araçá-vermelho e amarelo (Psidium cattleianum), araçá-do-campo (Psidium myrsioides), aroeira-vermelha (Schinus terebinthifolius), guabiroba-crespa (Campomanesia reitziana), guabiroba-do-campo (Campomanesia guaviroba), guabiroba-lisa (Campomanesia xanthocarpa), guabirobinha (Campomanesia rhombea), tarumã (Vitex megapotamica), imbuia (Ocotea porosa), caroba (Jacaranda caroba), capororoca-branca (Rapanea ferruginea), açoita-cavalo (Luehea divaricata), goiaba-da-serra (Acca sellowiana), coqueiro-jerivá (Syagrus romanzoffiana), pacari (Lafoensia pacari), entre outras.

Mudas em desenvolvimento. Fotos: Arquivo Apremavi.

As atividades foram iniciadas em fevereiro de 2022 e finalizaram em agosto de 2022. A equipe da Apremavi realizou um mutirão para iniciar as atividades de restauração, deste mutirão participaram 11 pessoas ao longo de 12 dias. Depois disso uma equipe terceirizada foi contratada, sempre com a supervisão de técnicos da Apremavi. A equipe contratada envolveu em média cinco pessoas que trabalharam no período de abril a agosto.

Nas condições encontradas na propriedade piloto, uma pessoa consegue plantar em média 100 mudas por dia. É importante destacar que para que o terreno esteja em condições para o plantio das mudas, é necessário fazer coroamento, abertura dos berços, colocação de adubo, hidrogel e estacas. No período do plantio das mudas houve ocorrência de períodos de chuvas, geadas e até neve, fatores que dificultaram o trabalho e atrasaram o cronograma de implementação em aproximadamente 60 dias.

O plantio das mudas de árvores ocorreu no outono e inverno, períodos em que naturalmente as plantas têm o desenvolvimento reduzido em função do frio que ocorre na região, o que é perfeitamente normal. Nas fotos anexas pode ser observado que as mudas plantadas estão enraizadas e seu crescimento deve se acelerar agora na primavera e no verão vindouro. Estima-se que haja uma mortalidade de aproximadamente 10%, decorrente de fatores climáticos e formigas.

Giem Guimarães, proprietário da área, não mede esforços para garantir o sucesso da restauração da propriedade e espera que sua atitude sirva como exemplo: “Como empresário e defensor da Floresta com Araucárias, que foi praticamente dizimada, tenho muito orgulho em fazer parte dessa iniciativa inédita. O sucesso econômico e a nossa sobrevivência dependem da conservação da natureza. Entendo que é preciso mostrar à sociedade que os negócios e a conservação podem andar juntos”, complementa.

Plantio na área piloto do Conservador das Araucárias. Foto: Arquivo Apremavi

Plantio na área piloto do Conservador das Araucárias. Fotos: Arquivo Apremavi.

Visita de monitoramento

No dia 26 de setembro de 2022 integrantes da Apremavi, da Tetra Pak e da Klabin estiveram na área para ver o resultado dos trabalhos. Os visitantes tiveram a oportunidade de fazer toda a trilha e verificar de perto o crescimento das mudas e também o avanço da regeneração natural.

Para Julian Fox, Diretor de Programas da Natureza da Tetra Pak Internacional, a visita ao local de plantio piloto na Fazenda Santa Bárbara foi muito marcante: “foi gratificante ver as mudas plantadas, sua variedade e que sobreviveram bem ao inverno. Caminhando da pousada em direção ao limite com o parque, foi possível ver diferentes tipos de ecossistemas e as estratégias de restauração e enriquecimento em ação. Esta área é perfeita para demonstrar aos potenciais proprietários participantes como a adesão ao Conservador das Araucárias os ajudará a restaurar a natureza em suas próprias propriedades”, explica Julian.

Visita de monitoramento na área piloto do Conservador das Araucárias: Foto: Arquivo Apremavi

Visita de monitoramento do projeto. Fotos: Arquivo Apremavi

O Conservador das Araucárias

Lançado em abril, o Conservador das Araucárias é um projeto de restauração ambiental que traz um modelo inovador focado na recuperação de áreas rurais degradadas por meio do plantio de espécies nativas, com benefícios para as comunidades locais, fauna e flora da Mata Atlântica e sequestro de carbono.

Desenvolvido em parceria com a Tetra Pak, líder mundial em soluções para processamento e envase de alimentos, o projeto tem a ambição de restaurar pelo menos 7 mil hectares da Mata Atlântica em um período de dez anos – o equivalente a 9.800 campos de futebol.

O Conservador das Araucárias conta com o acompanhamento da Conservation International (CI), da The Nature Conservancy Brasil (TNC) e da Klabin, fornecedora de matéria prima da Tetra Pak e parceira de longa data da Apremavi nos Programas Matas Legais e Matas Sociais.

+ Saiba mais sobre o projeto

Autoras: Miriam Prochnow e Carolina Schäffer.

Endereço

Estrada da Santa Bárbara, Fazenda Santa Bárbara, s/n.
Urubici – SC
CEP 88650-000

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